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Palavra do Presidente

É com grande prazer que destino este site para levar informações de utilidade para a população. Em nome da ACIC, que é uma das maiores associações no Estado e está entre as 10 principais do Brasil, me preocupo em prestar serviços de qualidade para nossos associados e para todo o setor empresarial.
Leia a íntegra 
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RESPONSABILIDADE SOCIAL

Reciclar pilhas e baterias é preciso
Presença de metais pesados representam ameaça à preservação ambiental e à saúde humana
As pilhas e baterias, quando descartadas em lixões ou aterros sanitários, liberam componentes tóxicos que contaminam o solo, os cursos d'água e os lençóis freáticos, afetando a flora e a fauna das regiões circunvizinhas e o homem, pela cadeia alimentar. Além disso, sua queima em incineradores também não consiste em uma boa prática, pois seus resíduos tóxicos permanecem nas cinzas e parte deles pode volatilizar, contaminando a atmosfera.
Todo nós um dia já devemos ter escutado algumas destas orientações, porém, muitas vezes, talvez até pela correria do dia-a-dia, acabamos deixando de exercer nossos papéis de cidadão na ajuda pela preservação do meio ambiente e até mesmo pelo nosso bem estar. Afinal, os componentes tóxicos encontrados nas pilhas (cádmio, chumbo e mercúrio) afetam o sistema nervoso central, o fígado, os rins e os pulmões, pois eles são bioacumulativos. O cádmio é cancerígeno, o chumbo pode provocar anemia, debilidade e paralisia parcial, e o mercúrio pode também ocasionar mutações genéticas.
Por isso, considerando os impactos negativos causados ao meio ambiente pelo descarte inadequado das pilhas e baterias usadas e a necessidade de disciplinar o descarte e o gerenciamento ambientalmente adequado (coleta, reutilização, reciclagem, tratamento ou disposição final) de pilhas e baterias usadas, a Resolução n° 257/99 do CONAMA resolve em seu artigo primeiro:
“As pilhas e baterias que contenham em suas composições chumbo, cádmio, mercúrio e seus compostos, necessário ao funcionamento de quaisquer tipos de aparelhos, veículos ou sistemas, móveis ou fixos, bem como os produtos eletroeletrônicos que os contenham integrados em sua estrutura de forma não substituível, após seu esgotamento energético, serão entregues pelos usuários aos estabelecimentos que as comercializam ou à rede de assistência técnica autorizada pelas respectivas indústrias, para repasse aos fabricantes ou importadores, para que estes adotem diretamente, ou por meio de terceiros, os procedimentos de reutilização, reciclagem, tratamento ou disposição final ambientalmente adequado".
Como colaborar
As pilhas e baterias esgotadas precisam ser recolhidas pelos fabricantes e enviadas à reciclagem. Além dos postos de coleta cadastrados no governo federal, comerciantes dos equipamentos campineiros mantém em seus estabelecimentos, por força da legislação municipal, recipientes apropriados para o recolhimento das matérias.
Em Campinas há postos adaptados que já funcionam. Casos, por exemplo, da loja de materiais de construção C&C (Avenida da Saudade) e do Hipermercado Enxuto (Av. John Boyd Dunlop).
Nas últimas semanas, foram executados recolhimentos em postos improvisados no Largo do Rosário pela Organização Não-Governamental (ONG) Instituto Jequitibá. O recolhimento serviu como um protesto para chamar a atenção do Poder Público para a seriedade da situação. “A população quer colaborar, mas depende do cumprimento das leis”, alerta José Luiz Vieira Muller, dirigente da ONG.
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